5 mitos sobre emagrecimento

Seja para entrar em uma roupa, seja para evitar a obesidade, precisamos emagrecer. Porém, é importante ter atenção à tonelada de dicas que existem em revistas, programas de TV e na internet. Existem muitos mitos que devem ser descobertos antes de se valer de dietas milagrosas e perigosas.

1 – Se você parar de se exercitar, seus músculos se transformarão em gordura. Falso. As pessoas que se exercitaram com frequência entre os vinte e os trinta anos temem, frequentemente, que seus músculos arduamente construídos serão simplesmente transformados em gordura. Na verdade, há um impasse fisiológico para a metamorfose de músculo em gordura, não existe um processo em nosso corpo que faça essa transformação. Então, o que explicaria a aparência geralmente flácida dos nossos braços à medida que envelhecemos? Em grande parte, trata-se da sarcopenia (do Grego, “pobreza de carne”) que significa uma perda natural e gradual de massa muscular, bem como de força, que acompanha o envelhecimento. Normalmente começa aos 40, e atinge quase todos com mais de 60 anos de idade. A perda natural de elastina da pele enquanto envelhecemos também contribui para o efeito.

2 – O peso é o fator de risco mais importante para a saúde. Falso. Hereditariedade, tabagismo, hipertensão, sedentarismo e outras questões também aumentam significativamente o risco de doenças cardíacas e morte precoce. Ter um peso ideal associado a esses fatores de risco é potencialmente perigoso, por outro lado, ter uns quilos a mais e levar uma vida saudável pode não ser tão ruim quanto parece. Existem pessoas magras e não saudáveis, assim como pessoas gordas e saudáveis. Alguém que tenha excesso de gordura corporal, mas se exercita e se alimenta bem poderá apresentar grande proporção de músculos que contribuirá para a redução de processos inflamatórios e risco de doenças cardíacas e diabetes.

3 – Pessoas magras não desenvolvem diabetes. Falso. A diabetes tipo 2 pode afetar a qualquer um. Seja magro, seja gordo. Um estudo publicado pelo Jornal da Associação Médica Americana, na verdade, demonstra que pessoas com peso normal diagnosticadas com a diabetes tipo 2 têm duas vezes mais risco de morrer que pessoas com sobrepeso afetadas pelas mesma doença. Pessoas magras nem sempre estão livres de gordura.

4 – Quanto menor o percentual de gordura corporal, melhor. Falso. É relativo, pois o percentual “ideal” de gordura corporal variará para qualquer adulto de acordo com fatores como idade, sexo, frequência de exercícios, estrutura óssea e fatores genéticos. Por exemplo, na maioria dos adultos com mais de 50 anos de idade a variação de gordura é entre 20% e 25% em mulheres, já para os homens a variação fica entre 10% e 15%. Normalmente, homens com mais de 25% de gordura e mulheres com mais de 32% de gordura têm maiores riscos de doenças cardíacas.

5 – Suplementação alimentar é inútil na redução de peso. Falso. O suplemento natural Ultra Slim System, por exemplo, é um poderoso fitoterápico no combate ao excesso de peso. Com o Ultra Slim System o metabolismo é acelerado, o que aumenta a queima de gordura e, consequentemente, a velocidade da redução de peso. O diferencial por trás desse suplemente é basicamente sua estrutura proveniente da natureza. Há relatos de perda de até 10 quilos por mês, sendo parte desse peso o excesso de algo que vem da desintoxicação promovida pelo Ultra Slim System.

Mulheres fazem ato contra violência obstétrica em São Paulo

Agência Brasil

Protesto foi em apoio a Adelir Góes, gestante obrigada pela Justiça a se submeter a uma cesariana no dia 1º abril

Organizações de mulheres que defendem o parto humanizado fizeram nesta sexta (11) um protesto no Largo São Francisco, região central de São Paulo, em apoio a Adelir Góes, gestante obrigada pela Justiça a se submeter a uma cesariana no dia 1º abril. As manifestantes vão permanecer em vigília até as 11h do sábado (12), quando sairão em caminhada para a sede do Ministério Público, onde pretendem protocolar um requerimento de audiência pública para debater a violência obstétrica. Durante o ato, haverá exibição de filmes com informações que desmitificam o parto natural, além de apresentações culturais e debates.

De acordo com o Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública Estadual, a violência obstétrica caracteriza-se pela apropriação do corpo e dos processos reprodutivos das mulheres pelos profissionais de saúde, por meio do tratamento desumanizado, abuso de medicação e transformação de processos naturais em atos médicos. “Estamos falando de uma conscientização das mulheres pelo corpo, pelos processos naturais, e não necessariamente sobre qual procedimento é necessário ou não”, apontou Ana Lúcia Keunecke, diretora jurídica da organização não governamental Artemis, uma das promotoras da manifestação.

Leia também: Em caso risco, código de ética prevê ‘cesárea compulsória’

A decisão da Justiça do Rio de Grande do Sul que determinou que Adelir, 29 anos, fosse submetida à cirurgia, atendeu a pedido do Ministério Público (MP) feito com base no relato da equipe médica do Hospital Nossa Senhora dos Navegantes. Segundo o MP, a mulher, grávida de 42 semanas, procurou o hospital com dores abdominais. Apesar da indicação cirúrgica, ela preferiu retornar para casa e aguardar o parto normal. Após a liminar, ela foi levada para o hospital. Os médicos disseram que a gravidez era de risco, porque a paciente havia feito duas cesáreas antes, o que aumenta a possibilidade de ruptura uterina e, por consequência, o risco de morte da mãe e do bebê.

Polêmica: Defensoria Pública alerta sobre indícios de violência obstétrica

A fotógrafa Fernanda Pinheiro, 31 anos, mãe de Alice, 5 anos, e Sofia, 8 meses, relembra que teve que se informar bastante para decidir por um parto natural mesmo depois de uma cesariana. “Eu tinha conhecimento antes de ser mãe, mas o medo, a pressão da família, me levou ao hospital. E lá me senti muito violentada”, relatou. Ela conta que foi recebida por um plantonista que imediatamente deu medicamentos e descartou a possibilidade de ela ter um parto normal, pois não dilataria o suficiente. “Na minha segunda filha, jurei para mim que eu iria atrás de mais informação e consegui ter meu parto tão sonhado. Ela nasceu em casa”, declarou.

O médico obstetra Jorge Kuhn, ativista da humanização do parto, destaca que há evidências que a mulher pode tentar o parto vaginal após quantas cesarianas tenham vindo anteriores. “Não havia risco para ela [Adelir]. Risco maior, ela e o bebê correram com cesariana. Ela passou no hospital horas antes, foi feita ultrassonografia, vi o laudo do ultrassom, o nenê estava muito bem”, avaliou. Ele avalia que houve inabilidade dos profissionais do hospital em fazer o parto pélvico. “Eu não conheço nenhum caso como esse no Brasil. Seria a mesma coisa de fazer com que uma mulher decidida pela cesariana, fosse obrigada a parir normalmente contra a vontade dela”, declarou.

Embora não concorde com cesariana sem indicação clínica, Kuhn avalia que é um direito da mulher decidir sobre o procedimento em que ela se sente mais confortável. Foi o que ocorreu com a funcionária pública Carolina Monteiro, 27 anos. Ela tinha muito receio de engravidar por temer o parto. “Eu não via nenhuma alternativa que me agradasse, que não me colocasse com medo. O normal que eu conhecia me assustava muito”, relatou. A decisão pelo método natural veio após duas amigas terem passado pela experiência. “Uma vez que o nosso corpo é respeitado, a gente nasceu preparada para isso, e é possível fazer disso uma coisa maravilhosa”, relembrou.

Atos em apoio a Adelir Góes e contra a violência obstétrica ocorreram hoje (11) em várias cidades do país. Segundo o blog que reúne as convocatórias do movimento, pelos menos 32 cidades aderiram à mobilização.

Saúde: bem-estar, dicas de alimentação, dieta e exercícios – iG

Santa Casa debate Síndrome de Down

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Mais de 120 alunos da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e funcionários da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de São Paulo participaram do evento Síndrome de Down: Perspectivas em Foco, organizado para marcar o dia internacional da síndrome de Down, em 21 de março.

Os temas tratados no primeiro dia do evento (20 de março) foram “Longevidade e o Papel da Cardiologia”, pela cardiopediatra Dra. Flávia Cristina Navarro; “Vínculos e Aspectos Emocionais da Adolescência e Idade Adulta”, pela psicóloga Ms. Patrícia Horta; e “Sexualidade”, pela hebiatra, Profa. Dra. Maria José Carvalho Sant’Anna.

Na sequência, houve um debate com a Galera do Click, composta por jovens com síndrome de Down que integram o projeto de inclusão social e profissionalização idealizado pela fotógrafa Sandra Reis.
Os 19 jovens da Galera do Click falaram de suas experiências de fotografar o Jardim Zoológico e o Parque da Xuxa e destacaram o apoio recebido para o desenvolvimento do trabalho.
O segundo dia do evento, que coincidiu com o dia internacional da síndrome de Down, iniciou com a apresentação do tema “Epigenética”, pela geneticista Profa. Dra. Carla Franchi Pinto. Os temas abordados em seguida foram “Mudanças Metabólicas”, pelo endocrinopediatra Dr. Aleksandro Belo Ferreira; e “Comunicação e Inclusão”, pela fonoaudióloga Profa. Dra. Sandra Cristina Fonseca Pires, organizadora do evento.

Na explanação “Perspectivas em Foco”, as professoras Sandra e Carla discorreram sobre o cotidiano do Ambulatório da Síndrome de Down da Santa Casa, destacando a multidisciplinaridade e o esforço dos profissionais da saúde em acolher e atender da melhor forma possível os pacientes e seus pais, que buscam no ambulatório mais do que atendimento: querem informação e orientação de como cuidar, proteger e educar seus filhos.

O serviço multidisciplinar para a síndrome de Down, sucesso na Santa Casa há 15 anos, foi o modelo adotado pelo Homa Espaço Médico para a criação do mesmo tipo de atendimento integrado, com início das atividades previsto para o próximo mês de maio.


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Mulheres também podem treinar pesado?

  Ouvimos as mulheres comentando regularmente  nas academias  “não vou colocar muito peso, pois não quero ficar forte como um homem?”. Isso não passa de um mito e diria um tremendo erro! Essa idéia atrapalhará muito seu desenvolvimento no treinamento e seu objetivo ficará cada vez mais longe de ser alcançado. Nunca, repito nunca uma …

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“A gente tem conhecimento técnico diferenciado”, diz médica sobre caso de grávida contrariada 

“Somos responsáveis por aquelas duas vidas”, diz médica Reprodução / Rede Record

Até que ponto o obstetra pode determinar o tipo de parto de uma gestante? Para a ginecologista e obstetra Bárbara Murayama, esta decisão deve ser orientada pelo médico, que tem formação acadêmica para agir em qualquer tipo de situação.

— A gente tem conhecimento técnico diferenciado, senão não precisaria de médico. Não precisa correr este risco nos dias de hoje com todas as ferramentas nos hospitais que a gente tem, mas a gente não pode obrigar ninguém. Este não é nosso papel e nem nosso interesse.

A grávida Adelir Goes, 29 anos, não queria abrir mão do parto normal, mesmo sabendo que ela e o bebê corriam risco de morrer. Por conta disso, a médica que atendeu a paciente em Torres, a 200 km de Porto Alegre, recorreu a Justiça gaúcha, que determinou que a gestante fosse submetida a uma cesariana.

Mães apostam em parto humanizado e relatam coragem, dor e emoção

De acordo com o protocolo da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia), as condições clínicas da mãe indicavam o procedimento cirúrgico porque o bebê estava sentado. Nesta situação, o corpo pode até sair, mas a cabeça da criança fica “entalada” no colo do útero da mãe. Além disso, a Adelir já havia feito duas cesarianas anteriores e, com as contrações do parto normal, a cicatriz do procedimento poderia abrir e levá-la a uma hemorragia fatal.

Neste caso, Bárbara reforça que apesar de o parto normal ser priorizado pela mãe, na prática não havia condições clínicas favoráveis para sua realização.

— Somos responsáveis por aquelas duas vidas. Então é complicado a gente saber o que é o certo e, de repente, não ter ferramentas para que o certo aconteça.

Enquanto a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que apenas 15% dos partos sejam feitos por cesariana, no SUS (Sistema Único de Saúde) o procedimento cirúrgico corresponde a 36,8% do total de nascimentos. Quando são levados em consideração os partos feitos com uso de planos de saúde particulares, a porcentagem chega a impressionantes 80%.

Assista ao vídeo

R7 – Saúde

Ultra Slim System – novo fitoterápico para secar a barriga

A maioria das mulheres sonha em ter uma barriga sequinha. Porém, ficar horas sem comer, de nada adianta se você quer ficar em forma. Quando você passa muito tempo sem comer, seu estômago reclama, manda sinais para o cérebro, que por sua vez, dá ordens para que você ataque qualquer tipo de comida que vir pela frente. E de preferência as mais açucaradas e gordurosas. Definitivamente esta não é a solução para secar a barriga. Por outro lado, a ingestão de fibras que estão presentes em vegetais e legumes crus, nas frutas-secas, principalmente com casca, em produtos integrais, como granola, aveia e linhaça, auxiliam o intestino a funcionar perfeitamente, eliminando as toxinas acumuladas na região do ventre. Produtos refinados com base em farinha branca, seja de trigo ou açúcar, também devem ser evitados e substituídos por alimentos integrais e fibrosos. Dessa forma, devemos deixar de comer pão francês, arroz branco, farinha de trigo e o macarrão convencional, fazendo opção pelos alimentos integrais que contém mais fibras e ajudam o intestino a funcionar melhor e eliminar a gordura.

 

No entanto, raramente temos disciplina, disposição e tempo de sobra para calcular exatamente a quantidade de fibras contida na alimentação diária ou para manter uma dieta rigorosamente balanceada. Para te ajudar na missão de “secar” a barriga e desfilar em forma no próximo verão, o Ultra Slim System é um produto fitoterápico que desenvolveu sua fórmula a partir do  extrato de uma fibra vegetal encontrada na Índia, o Psyllium. A Fitoterapia é a ciência que estuda a aplicações das plantas medicinais na cura de doenças. Existe uma enorme gama de plantas medicinais, por todo o mundo, utilizadas há milhões de anos para tratar doenças, através de sua composição. O estudo destas composições e o isolamento do chamado princípio ativo, substância responsável pelos efeitos terapêuticos da planta, é um dos principais desafios da farmacologia. Ao tempo em que estes compostos ativos são descobertos, eles devem ser isolados e refinados de maneira a eliminar toxinas e contaminações. As doses do tratamento são bem estabelecidas de forma a determinar precisamente sua capacidade terapêutica e as interações destas substâncias farmacológicas.

 

De acordo com os especialistas, a ingestão de doses diárias da fibra solúvel de Psyllium encontrada no Ultra Slim System ajudam a regular o intestino, provocando a devida eliminação das toxinas. Permitem também o aceleramento da queima de gordura localizada, ao ativar a termogênese do corpo. Além disso, os componentes naturais agem mais eficazmente que os produtos tradicionais, e ainda, diminuem a retenção de água na região abdominal. A alimentação, por incrível que pareça, não é a única culpada por impedir seu programa barriga zero. Uma das grandes vilã é a fase pré-menstrual, quando, por causa da variação hormonal, você fica mais inchada, devido à retenção de líquidos.  O Ultra Slim System impede esta  absorção desmedida de água no corpo. Sua fórmula é 100% natural e utiliza mais de 30 ervas doadoras de princípios ativos emagrecedores, que reduzem o apetite, trazendo uma constante sensação de saciedade. Antes de ficar preocupada contando calorias, ou de submeter-se à dietas pobres em nutrientes, comprometendo gravemente a sua saúde, uma boa notícia: Com o Ultra Slim System dá para sentir a diferença no tamanho da barriguinha em poucos dias